Não creio que Jesus era um bebê que “brilhava”. Ele era um bebê como outro qualquer. A questão de percebê-lo estava muito mais no coração do que nos olhos. Ver o que Deus estava fazendo era muito mais uma questão interior de fé e percepção espiritual, de notar aquele momento especial e não apenas de entender com a mente. Esta percepção espiritual eu preciso para ver Jesus. Para saber onde Ele está. A postura que devemos assumir diante de Jesus é a mesma: eu O percebo? Eu O vejo? Eu sei que Ele chegou? Eu experimentei o que Ele é capaz de fazer?
Ainda hoje muitos podem apenas ouvir palavras bonitas e concordar ou experimentar e conhecer! A postura que devemos assumir diante dos filhos é a mesma coisa. O que Deus pode realizar? Quem são eles em Deus? O que o Senhor tem para eles, seus futuro, sua vida, seus sonhos?